March 27, 2011

A realidad do "Seu" Joaquim Part. 2

Ano 2010 -
Marx e Sartre chega ao interior da Bahia na casa do “Seu” Joaquim e Dona Flor, eles tem 14 filhos, nao sabe ler nem escrever, nunca foi ao medico em toda sua vida, em geral come farinha e mandioca frita, o gado morre a cada ano por causa da seca e falta de pastagem.
Seu filhos nenhum nunca foi a escola e mal sabe ler, muito deles tem problema com a subdesnutriçao e nao sabe quem é o presidente de seu país, os laços familiares sao muito distante e de vez em quando ver seu parente em especial em festa religiosa que aconteça na regiao.
Dona Flor é catolica apostolica romana, cre na divina trindade e ver no papa a figura de Deus na terra, eles nao tem eletricidade nem agua encanda, ano passodo seu filhos mas novo morreu de vairos tipo de doença que nem ele sabe o porque, foi enterrado ai mesmo atraz da casa perto do curral e o chiqueiro os porcos..
Marx e Sartre chega sem avisar e pede um copa de água, do pote, amarela, sem ferver, uma água que nao mata a sede, ao contrario dar um dor de barriga danada, “Seu Joquim” convida Marx e Sartre a entra na casa toda feita de adobe e vara com 4 quartos, duas sala, conzinha e fogao a lenha, com banheiro externo e quase nada de moveis, alguns banco e uma grande mesa iluminada por lampiao havia poca comida mas logo foi servida aos convidados que ali estava.
Seu Joaquin é um homem calado que nao sabe nem falar.A experiente rendeira Dona Flor ao contrario sabe o que falar e tem muitas historia para dizer aos novos convidados.
Sartre um senhor baixinho, como ver ai na foto junto a sua esposa Simone de Beauvoir “seu” Joaquim logo percebe que eles é muito eduacado e gentil, de fala mansa e gento calculado, com as maos fina, de um homen que nao sabia o que é um enchada.
Marx parecia um leao com sua longas barba e cabelo, os filhos mas novos de Dona Flor bricava como a barba de Marx que nada dizia mas observava muito as precaria condiçao dessa familia, o basico do basico era o que tinha para oferecer, na conzinha Marx observava o fogao a lenha com uma panela grande cheia de feijao feito a oleo e sal.
Os filhos maiores tinha que buscar agua a 4 km todo os dias para fazer os deveres de casa e alimentar o poucos gado que eles tinha. Seu Joaquim que nao sabia nada além do seu mundo percebia naqueles dois senhores que algo estava pasando e nao entendia muito bem o que eles falavam, tinha algo raro na voz deles. Os meninos tambem nao sabia como agueles dois senhores foram apareçer ali assim do nada.
Seu Joquim
- Desculpa, mas como vc chegaram aqui, nao vejo mas niguem, nao tem carros???
Sartre
- Simplismente chegamos senhor, estavamos passando por aqui e resolvemos pará para tomar um copo com agua, mas nao somos daqui, vivemos muito longe, gostariamos de dar de presente para o senhor e sua familia esses 30 cardernos e esse 90 lapis e caneta.
Marx
Muito obrigado por tudo temos que irnos, estamos muito longe de casa e ainda temos que visitar mas gente, esse carderno e lapis sao para seus filhos.
Na saida eles deixa cair dois livros, O Manifesto Comunista e O Ser o Nada, os meninos recolheram os livros e sairam correndo para devolver aos senhores que em fracçao de segundo havia desparecido na vastidao seca quente da caatinga brasileira.
Os livro forma posto em cima da mesa e toda familia ao redor olhava e nao sabia do que se tratava, sabia que era um livro mas nao tinha ideia do que se tratava.
Dona Flor na ponta da mesa olhava atento os livro e via nele algo muito especial, uma forte atraçao nao podia deixa de olha agueles livros que por dias e meses fico ali mesmo, a pueira já tomava conta.
Todos os dias a famila acordava muito cedo para fazer o seu deveres do dia a dia, o silencio só era quabrado pelas ordem de “Seu” Joquim que dizia o que todo tinha que fazer, em geral eles já sabia.
Cuando todos sairam fico somente a Dona Flor e sua filha menor a Teresinha de 8 anos de idade.
Dona Flor.
- Filha vem um poquinho que mainha quer te dizer algo.
-Que foi mainha?
-Esta vendo esse dois livro aqui?
- Sim!!!
-Vc quer saber o que esta escrito aqui dentro?
-Sim, quero sim, mas nao ser ler e a senhora tambem nao!!!!
- Nao importa filhinha basta saber que as cores da cada letrinha sempre sao as mesma e os cheiros tambem sao os mesmo, assim que vc poder saber o que esta escritos aqui atraves das cores e dos cheiros que cada letrinha nos propociona.
-Que legal mainha, eu gosto muito dos cheiro da letra “M” que é marrom e porque tem os cheiros da terra da roça.
Dona Flor com seus 65 anos, mas com aparecia de uma senhora de 85 todo sua vida trabalho no campo e com a terra, nunca saiu de sua cidade e nao sabe nem a capital do seu país, muito menos o nem o nome do governador de seu estado.
Aqui o unico que passa é o tempo e as mosca, somos os esqueçido do mundo num mundo esquecido por nós e por eles!!!!
Nao sabemos onde estamos nem para onde vamos, porque nao somos gente e as pessoas que vem aqui sao em geral para levar algo do pouco que temos. O sol e o calor é extremo e nao sabemos que fazer quando no ai o que de comer.
A vida poderia ser um pouco mas facil para sabemos o porque nao é tao facil assim...a muito lhes interessa que seja assim dificil.
...seguirá a terceira parte...

March 6, 2011

A Realidade de Seu "irreal" Joaquim Part. 1

Seu Joaquim mora no submundo de sua consciencia
A cada circulo da vida é detemindada por experiencia que um nunca esqueçera porque esta guardado na memoria de um, de um brutal acidente onde a vida de um jovem se vai em questão de segundo deixa escuro da noite e o desanimo de fugir pela esteira do pensamento e dos valores que vida tem para um.
A cada colegio que passou por la vida é como se cada rosto de um amigo estivesse por perder ao logo do tempo, como era felizes agueles tempo de juventudo e inocencia que nao foi perdida mas que a cada dia se perde como os negativo da fotografia nao revela fotos de um pessado tao ausente e distante ao mesmo tempo pareçe que foi ontem que tinha 8 anos no interio pobre da Bahia seca e esquecida por todos e lembrada porque alguns que nao contribuiu em nada para o acesso de muito sonhos e vontade de transformaçao, pelo contrario tiro o pouco que as pessoas tinha o sonhava em ter.
Como ser o que um nao é o ao mesmo tempo ser todo para ser aceito o rejeitar as coisa mas simples e complicada da vida. As cores e os cheiros nao abandona agora que escrevo nem muito mesmo nas lembranças de um belo e extranho pasado de mudança e realidade diferente.
Porque nao quero que meu pasado sai da minha cabeça que ele insite em sair e nao deixar que aflores um vulçao de ideias e vontade de fazer o que nunca um jamais fez o pretende fazer...... nem mesmo sei onde tira e como fazer isso ser torna ralidade.
Buscare Marx, Sartre, El Maio de 68, a nova revoluaçao teconologia e os novo padrao de raciocionio para nao esconder mas sim mostra o escondido que estamos em um mundo de vendas e historia que nao entendemos e nao buscamos entender porque nao sabemos fazer.
Os relatos dos medos nao faz como que nao sabemos como reagir os meios de informaçao e os meios social o qual vivemos. Somos a criaçao do nosso desejo mas extremo e ao contrario o superficial que poder ser nosso mundo e nossa historia de vida e prazes que escondemos no meio de nossos medos e falta de ingerencia com a vida, sua vida e a vida de todos.
Sair correndo no meio do deserto do irreal e como seguir a historia de nossas vidas e das vidas dos outros, onde nao sabemos quem a crio nem que a observa criando.
Levaria ao caos os movimentos e a mansagem...nao importaria se os movimento serao e virao...mas a informaçao seria o centro de un contexto forte e repressivo.
Criar os extremos é muito dificil porque somos jogado para nao usar os extremos, porque no dar medo e nao sabemos que o medo tambem é tao extremo que o odiamos e evitamos, assim como o radicalismo que muito dizer que faz mal.
A vezes acho que é tao estupido de minha parte esta aqui escrevendo tudo isso e nao poder passar mas além do meu computador o da minha imaginaçao, pior ainda é nao ter o que escrever e esta aqui escrevendo coisa que nem eu sei se efetivamente saberia o que fazer como tudo isso......mas é o momento em quem tem que escrever, mas que nao sabemos que fazer o escrever.
Historia nao falta e momento para escreve-la muito menos, mas ainda assim se torna dificil poner em pratica todo esse volçao que nao explode e nem fica parado. Mas ainda assim nao sabemos como efetivamente podemos fazer algo...porque tudo isso nao motiva a niguem a fazer o que tem vontade de fazer efetivamente em um mundo mecanico e cheio de regras imposta e controladora.

Ao revelar os caminho do desconheçido por um periodo de isalubre desiçao o homenm faz o mundo que nao sabemos que efetivamento sabemos e queremos. Corre e nao saber o porque estamos correndo é como preguntar e nao saber porque estamos preguntanto por mas obvio que seja a pergunta e a resposta.
Ao colar velhas fotografia no escritorio o no quardo faz como que um sempre busca o que nos traz o tona em um mundo de esquecimento e mecanico. A realidad esta sendo costruida para que sabemos como comportar e reacionar o desafio do dia a dia. Seremos capazes de sair dessa bolha criada por nós mesmo e para nós mesmo em um mundo de mentira e verdade inventada.
O medo no passado era os livros e hoje os computadores, as rede social, o lapis e o papel a cada dia perde seu valor simpoblico e nos leva a um mundo digital e enfermos onde a mente humana é recriada a cada etapa para assim manternos cosumindo é a logico de uma ética e uma moral que nao sabemos de onde vem e nem para onde vai e como saber o que esta passando no jogo politico, nao sabemos nada e nao temos a minima vontade de saber o porque tudo isso passa e assim ficamos e nao sabemos porque muito menos nos interessa.
A cada movimento as coisa entra em sai do eixo e a cada pergunta as resposta fica mas complicada e sem uma resposta definitiva e passageira. Assim como o que esta vendo na tele, no cine, nos supermercado, na rua, nas festa social, a competencia entre o individual esta recem entrando em un fase inicial a cada evoluçao da sociedad tecnicocientifica.
Somo o prototipop do futuro robo, onde estamos nos tornando ingnorante para dar inteligencia as maquinas e a um sociedade que a cada ato busca sua propria destruicçao, seja no cultural, economico o físico.
A memoria esta no levando para o branco do real e da falta de memoria, como un lapis e uma folha em branco nao sabemos por onde iniciar e nem por onde agarra dois objeto tao leve e fragil.
Queremos mesmo a ravoluçao, nao temos coragem de romper o como “proibido probir”, esse muro que nos separa de nossas necessitades esta a cada dia mas alto e duro. Os macanismo de contro social imposto ao homen a cada dia é mas eficiente e nos leva a cre que assim estamos mas seguro.
De Londre a Pyongyang o control social é tao explicito que nao sabemos o que pensar o que fazer para efetivamente saber sair dessa prisao, o uma prisao mas além do fisico, o mental, essa sim é como uma ditadura disfarçada que pedimos que no aplique porque nao mas suportamos o medo da violencia diaria.
A ditadura social, politica e economica é pedido porque agueles que nao sabe onde buscar suas necessidades e coragem. Somos violento como todo animal, e o bem e o mal nao existe em contexto de paz o guerra, a paz é subjetiva e nao existe na pratica, seja ela fisica o mental.
Em vez dos fusil coreano ou as milhares de camara em Londres onde tudo e todos sao gravado em um reality show, que com milhoes de atores e como pouco culpado porque milhoes de problemas que nós mesmo criamos e fazemos de conta que sao os outros que o cria. Como a existencia foi creada por el imaginario e nuestra essencia fosse somente um don divino que efetivamente nao sabemos o que temos em mente e muito menos em maos.
Porra como estamos no mundo moderno da informaçao, enquanto mas informaçao estamos mas solitario somos e nao sabemos como compartir, os tempo de criança é uma deconstrução tao dificil de imaginare colocar em pratica, como doi esse dias ao lado do mundo imaginario do cinema e tao longe da seca pobre da minha Bahia querida.
As neves da Cordillera de los Andes e seu branco infinito é como a caatinga seca do imaginario de um povo e um naçao onde nao sabemos que somos e temos neve em nosso corpo, no DNA de nossa materia.
Seria do caralho ver o Sartre o Marx no meio da caatinga o no topo do Aconguagua filosofando sobre os problemas do mundo atual, paraçe que é muito facil esta em uma universidade o uma biblioteca sendo custeado pelo estado, o pai, empresario e viver escrevendo livros e mas livro de como as pessoas devem se comportar.